Zero Trust assume que rede interna não é confiável: cada request é autenticado e autorizado, com menor privilégio e verificação contínua. VPN clássica “dentro = confiável” deixa de ser o modelo.
Na prática: identidade forte (SSO/MFA), mTLS entre serviços, segmentação, device posture e políticas por recurso. Ferramentas e processos importam mais que o slogan.
Em produção, decisões envolvendo Zero Trust afetam custo, latência e confiabilidade. Vale registrar no runbook: pré-requisitos, sinais de degradação e passos de mitigação. Sem isso o conhecimento fica concentrado em poucas pessoas.
Antes de escalar o uso, valide com dados reais do seu ambiente. Benchmarks públicos ajudam a filtrar opções, mas não substituem um teste com o volume e o perfil de tráfego que você tem. Prefira mudanças pequenas e observáveis a grandes reescritas sem métrica de sucesso.
No hub IRN Devs você encontra comandos, erros e comparativos que complementam este verbete — use-os para fechar o ciclo entre definição e operação do dia a dia.